🔴 A teoria do BERÇO DE OURO! | É ele que define o SUCESSO?

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Será mesmo que o berço de ouro define o sucesso de alguém? Me parece que não. 🙂 Redes Sociais: BLOG – http://oprimorico.com.br YOUTUBE (inscrever-se) – http://bit.ly/1S6WMoM FACEBOOK (curtir página) – https://www.facebook.com/oprimorico TWITTER: https://twitter.com/thiagonigro INSTAGRAM: https://www.instagram.com/thiago.nigro/ PODCAST: https://soundcloud.com/thiagonigro

 

 

Se você já conversou com alguém sobre riqueza e pessoas ricas, provavelmente já deve ter ouvido e até mesmo falado frases como “Ah, ele nasceu em berço de ouro, é claro que é rico” e vááárias frases do gênero. Mas, primos, será mesmo que isso define o sucesso de uma pessoa? Para responder essa questão, eu fui buscar alguns dados na história, começando pela primeira vez em que a Forbes listou as 10 pessoas mais milionárias do mundo, em 1967. Desta lista, irei comentar sobre 3 dos milionários listados que passaram suas fortunas por herança, e o que aconteceram com elas! Começo, então, pelo segundo mais rico da época: Taikichiro Mori. Taikichiro, era empresário e fundador da construtora Mori Building Company, do qual o rendeu uma fortuna estimada em aproximadamente 15 bilhões de dólares, o que o garantiu a posição número 1 posteriormente nas edições da Forbes de 1991 e 1992 como o mais rico do mundo. Taikichiro morreu em 1993 e deixou sua empresa e fortuna para seus 2 filhos: Minoru Mora e Akira Mori. E o que aconteceu com a família Mori nos dias de hoje? Minoru morreu em 2012 com uma fortuna estimada em 1.6 bilhões. Seu irmão, Akira, ainda está vivo com uma fortuna avaliada em 4.8 bilhões de dólares. Se fizermos a soma dessas duas fortunas e descontar a inflação do período de 1987 até hoje, considerando que 1991 foi o ano em que Taikichiro estava com sua fortuna em 15 bilhões, chegamos que a fortuna da família Akira, em valores de 1987, estaria em aproximadamente 2,9 bilhões, o que significa uma perca de aproximadamente 80% do patrimônio que o pai deles tinha. Já o segundo caso é sobre o quinto lugar da lista, Salim Ahmed, criador do maior banco da Arábia Saudita. Salim, em 1987, detinha o valor estimado em sua fortuna de 6,2 bilhões de dólares. Já seu herdeiro veio a falecer já em 2009, com um valor em sua fortuna de 3,2 bilhões de dólares. Se fizermos o mesmo processo que feito antes e descontar a inflação no período de 1987 até 2009, concluímos que, em valores de 1987, a fortuna do herdeiro de Salim equivalia a 1,69 bilhões de dólares, ou seja, uma perca de 72,75% do valor que o Salim tinha em 1987. O último caso é de outro japonês, Yohachiro Iwasaki, onde trabalhou principalmente na produção de bebidas alcoólicas e posteriormente no ramo de extração de madeira. Seu patrimônio chegou a ser avaliado em 5,6 bilhões de dólares pela Forbes. Já seu herdeiro, Fukuzo Iwasaki, morreu em 2012 com um valor estimado em 5,7 bilhões de dólares. Se descontarmos a inflação no período, teríamos algo em torno de 2,82 bilhões de dólares, o que representaria cerca de 49,5% de perca do patrimônio de Yohachiro. Mas, afinal de contas, o que podemos concluir com estes casos? A conclusão fica mais evidente quando olhamos para a lista da Forbes atualmente. Todos estes faziam parte das 10 pessoas mais ricas do mundo em 1987. Nenhuma destas 10, e nem seus herdeiros, estão mais entre os top 10 mais ricos do mundo, nem mesmo entre os 20 mais ricos do mundo. Tudo isso revela um fato interessante: O fato de que é MUITO, mas MUITO difícil se manter no topo por muito tempo. Claro, todos os casos que eu citei ainda se mantiveram ricos, mas perderam muito do seu patrimônio se vermos as porcentagens.

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