Aplicativo smartwatch mais recente do Google pulou seus próprios relógios para o da Apple

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O YouTube Music foi lançado ontem no Apple Watch, chegando antes de uma versão oficial do Wear OS e apenas ilustrando ainda mais os problemas contínuos do Google com sua plataforma vestível concorrente.

O aplicativo – disponível para assinantes do YouTube Music Premium e YouTube Premium – reflete todos os mesmos recursos com os quais foi lançado no iOS, mas agora em formato watchOS compacto.

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Os usuários podem transmitir, controlar a reprodução e até mesmo transmitir música de seus pulsos, com uma ótima complicação para os watchfaces do Apple Watch.

Foto: (Google)

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Chegar ao Apple Watch primeiro mostra o compromisso do Google em aumentar o público do YouTube Music.

A Apple ainda controla metade do mercado de smartwatches, então isso é a favor do Google.

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Mas pular o Wear OS no lançamento mostra como a plataforma do Google tem sido prejudicada desde o início.

Uma pequena base instalada e o desenvolvimento lento de processadores da parceira Qualcomm fizeram com que o Wear OS ficasse atrás dos concorrentes Apple e Samsung por anos.

O lançamento dos novos chips da Qualcomm, o Snapdragon Wear 4100 e 4100 Plus, visa resolver os problemas de velocidade que afetaram os dispositivos Wear OS anteriores.

Combinado com uma atualização do Wear OS neste outono que se concentra em elementos de interface simplificados, há esperança de que os parceiros do Google possam desenvolver dispositivos mais adequados para competir com o domínio de mercado da Apple.

Um hardware smartwatch da Google?

O Google também está tentando há algum tempo lançar seu próprio hardware smartwatch interno, após uma tentativa fracassada em 2016.

Pode ser aí que entra o Fitbit, que o Google adquiriu no ano passado. A equipe do Fitbit é uma excelente adição à do Google, mas adquirir o tesouro do primeiro de dados de saúde é outra coisa.

Obstáculos na forma de fechar o negócio com a UE e a perspectiva de longo prazo de integração das equipes de hardware das duas empresas significa que o lançamento de um verdadeiro “Pixel Smartwatch” levará mais tempo.

O Google não desistiu do Wear OS, mas o caminho à frente não é claro – e a plataforma não está crescendo rápido o suficiente para ser mais útil para o YouTube Music do que o Apple Watch.

Traduzido e adaptado por equipe O Mapa da Mina.

Fonte: The Verge

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