4 ótimas comédias românticas LGBTQ e onde assisti-las

Todos nós conhecemos a típica fórmula de comédia romântica americana: menino heterossexual conhece menina heterossexual, e eles se unem, mas depois acontece um conflito que os mantém separados. Eventualmente, eles encontram o caminho de volta um para o outro. 

Esta é uma estrutura que muitos fãs da comédia romântica adoram, mas está na hora de expandir seu horizonte. Há muitas comédias românticas e filmes LGBTQ+ que são românticos, leves, atraentes e cômicos, como Com amor, Simon.

Com amor, Simon ganhou muita atenção e agitação durante seu lançamento em 2018, principalmente porque foi uma das primeiras comédias românticas gays mainstream. 

A indústria cinematográfica ainda está trabalhando na diversificação de seu conteúdo, mas desde Com amor, Simon, filmes como Happiest Season e The Prom permitem que mais histórias românticas LGBTQ+ sejam contadas a um público mais amplo. 

Para esta lista, queria destacar algumas comédias românticas LGBTQ+ que valem a pena assistir. Alguns podem não seguir os formatos tradicionais de comédias românticas, mas todos contam histórias de amor muito cativantes e divertidas.

Com amor, Simon

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Foto: (reprodução/internet)

Com amor, Simon segue Simon (Nick Robinson), um adolescente que teme se assumir como gay. Ele acredita que sua família e amigos serão solidários, mas ainda se preocupa em revelar seu verdadeiro eu ao mundo. 

Simon decide escrever para outro estudante que anonimamente publica em seu site do colegial sobre ser gay. Eles se apaixonam.

Com amor, Simon mostra uma história de amor que acontece principalmente on-line. Assim, o filme não só faz você investir em um romance entre dois personagens que mal têm interações face a face, mas cria este intrigante mistério: quem é “Blue”? 

Essa é uma história sobre um menino encontrando o amor e aprendendo a ser ele mesmo sem medo. 

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Você nem imagina

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Foto: (reprodução/internet)

Ellie (Leah Lewis) é uma estudante inteligente e socialmente isolada que dirige um serviço de redação de ensaios para seus colegas de classe. 

Um dia, cara legal, atleta, meio simples, Paul (Daniel Diemer) pede a ajuda dela para escrever uma carta de amor para a sua crush, Aster (Alexxis Lemire). Ellie também tem uma queda secreta pelo Aster.

Você nem imagina começa declarando-se não uma história de amor, pelo menos não no sentido tradicional, e eu concordo. Sim, você está investido na conexão de Aster e Ellie, mas está mais investido na amizade de Paul e Ellie, e no crescimento pessoal de ambos. É uma doce comédia romântica.

Assista na Netflix aqui.

Veja também: Netflix está oficialmente concluindo seus romances “Para Todos os Garotos que Já Amei” e “Barraca do Beijo” este ano

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

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Foto: (reprodução/internet)

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é uma comédia romântica brasileira dirigida por Daniel Ribeiro. Ela segue o estudante cego do colegial, Leo (Ghilherme Lobo), enquanto forma uma ligação instantânea com o novo aluno, Gabriel (Fabio Audi). 

Esse filme conta a história de dois adolescentes que se sentem atraídos um pelo outro, não por sua aparência física, mas por suas personalidades, espíritos, crenças, etc. É um filme muito doce, que prospera por causa da química de Leo e Gabriel.

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é também um filme que não é dramático. Leo e Gabriel enfrentam um conflito em seu romance inicial, mas não é nada que não possa ser resolvido.

Os espectadores ficam com a sensação, durante todo o filme, de que quaisquer que sejam os obstáculos que enfrentem, eles vão resolver o problema. Nunca se sente realmente que estes personagens não vão acabar juntos.

Assista aqui.

Alex Strangelove

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Foto: (reprodução/internet)

Alex Strangelove é um filme original da Netflix sobre o virgem Alex Truelove (Daniel Doheny) que planeja perder sua virgindade para sua namorada, Claire (Madeline Weinstein), mas parece que não consegue fazer com que isso aconteça. Então ele conhece Elliot (Antonio Marziale) e começa a questionar sua sexualidade.

Alex Strangelove oferece uma conclusão satisfatória: você está definitivamente aplaudindo no beijo final. No entanto, os créditos tornam o filme ainda mais forte, com o diretor Craig Johnson incorporando histórias reais no fim. 

Assista na Netflix aqui.

Traduzido e adaptado por equipe O Mapa da Mina.

Fonte: Cinema Blend e The Cut