Conheça 3 dicas para o seu Vale Refeição durar até o final do mês

Sua empresa oferece Vale Refeição (VR) como benefício? Saiba que essa ação é uma das medidas adotadas pelo empregador com a atitude de gerar uma boa relação com o seu colaborador, uma vez que em lei o mesmo não é obrigatório.

Apesar disso, nem sempre os valores do Vale cobrem as expectativas do trabalhador e a consequência é que há um déficit no orçamento, e o benefício quase nunca chega a cobrir os custos com as refeições totais de um mês.

Isso acontece porque comer fora custa mais caro a cada ano, e os valores do VR não acompanham essa crescente de preços dos estabelecimentos. Constantemente o usuário necessita retirar do salário mensal para pagar esse tipo de despesa.

Fonte: reprodução/internet

Confira a seguir  informações essenciais sobre Vale Refeição e saiba 3 formas eficazes de fazer o saldo durar até o fim do mês.

O VR nosso de cada dia

O Vale Refeição costuma ser empregado como um dos benefícios de empresas oferecidos aos seus funcionários. Isso acontece, em muitas ocasiões, pelo fato de o empregador não contar com um restaurante em sua ambiência.

O VR é a alternativa que fornece ao colaborador a escolha de refeição e restaurante ao qual deseja. Normalmente o benefício vem em formato de cartão de pagamento, mas também em voucher.

Valores do VR

As empresas ofertantes do benefício constantemente informar em suas plataformas pesquisas que divulgam os valores padrões de refeições em cada estado brasileiro. 

Os valores de refeições comerciais em cada região sofrem oscilações significantes. Acompanhe os valores médios dos estados abaixo de acordo com pesquisa desenvolvida pela empresa Alelo, uma das fornecedoras do benefício junto aos empregadores:

Estados e DF Preço Médio Refeição do Estado
São Paulo R$ 37,21
Amazonas R$ 29,74
Bahia R$ 40,09
Distrito Federal R$ 35,35
Rio Grande do Sul R$ 34,06

Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT)

Em relação a média de valores do benefício VR existe um programa que reúne o governo, empresas e funcionários em prol de melhorias na alimentação e nutrição dos cidadãos trabalhadores do país, ele é o Programa de Alimentação do Trabalhador, cuja abreviação é PAT.

Todas as fornecedoras cadastradas ao VR são constantemente orientadas a observar os valores mínimos de refeições oferecidos em cada região brasileira, de modo que o trabalhador tenha acesso aos alimentos de recomendação nutricional do PAT e valores reforçados pelo Ministério do Trabalho.

Dicas para fazer o VR render

Não obstante ao PAT, o que observamos é que o VR quase nunca supre as necessidades mensais do trabalhador durante o mês, obrigando-o muitas vezes a arcar com as refeições, o que causa um desequilíbrio em seu orçamento. 

Dicas importantes para não ficar no vermelho todo mês sem o VR

  • Gestão do limite diário: todos os meses é fundamental refazer o planejamento de gastos mensais com as refeições, sempre considerando o valor do benefício. Se o funcionário recebe determinado valor deve dividi-lo entre os dias que irá trabalhar durante o mês para saber o limite diário;
  • Listas de lanchonetes e restaurantes: uma pesquisa bem detalhada nos restaurantes e lanchonetes locais pode ser a melhor forma de não ultrapassar o valor diário do VR, tenha esse valor em mente na escolha;
  • A famosa marmita: caso em um mês os gastos estejam em seu final, opte por selecionar dias em que a marmita seja o prato principal, afinal nem sempre é possível abrir mão de algumas sobremesas e gastos a mais nos restaurantes, assim não vai faltar saldo para as próximas refeições. 

Mas considere essa dica sempre como exceção

Ainda que o VR não seja uma obrigação em lei, acordos entre empresas e associações de trabalhadores, norteiam condutas que garantem uma boa relação entre funcionário e empregador, por isso oferecer o VR como gratificação também é um benefício para a empresa, uma vez que pode motivar o seu colaborador.