Aprenda como controlar as finanças se você é autônomo com 9 dicas rápidas

A vida de um autônomo não é fácil do ponto de vista financeiro. Esse profissional tem que saber fazer o seu trabalho muito bem. Só que além disso, ele também é responsável por toda contabilidade do negócio. E existem alguns pontos que são importantíssimos.

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Temos aqui uma lista bem interessante desses cuidados, ou melhor com dicas, para quem está nessa situação e não quer deixar crises financeiras atrapalhar o processo de crescimento do negócio. Continue lendo e descubra tudo o que você precisa para isso. 

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Foto: (reprodução/internet)

9 – Conta da Empresa e Conta da Pessoa

A primeira dica com certeza você já viu alguma vez nada porque ela é sempre muito comentada pelos especialistas. E sabe o motivo disso? A maioria das pessoas “confundem as bolas”, mesmo. Definitivamente, não dá: é preciso separar as contas, combinado?

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A sua conta pessoal é uma. A sua conta da empresa é outra. E assim você tem que ter duas planilhas, dois fundos de reserva e muito mais. Para esse primeiro passo, o importante é você ter até mesmo duas contas bancárias e as contas digitais gratuitas servem bem para isso.

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Obviamente, ainda que você seja o dono do próprio negócio e use o dinheiro da empresa para fins pessoais, considere que é preciso ter uma espécie de pagamento mensal para você. Isso vai ajudar muito você a ter melhor controle, gestão e organização da empresa e da vida. 

8 – Fundo de Reservas para Emergências

Se você é autônomo, uma das certezas que deve ter na vida profissional é que nem todo mês será bom ou o melhor mês para ganhar dinheiro. Por isso, a ideia de fundo de reservas faz tanto sentido para esse tipo de profissional. Independente da área, do mercado ou do nicho em que atua. 

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Essa incerteza que acontece faz com que a formação de uma reserva seja útil para os momentos de “vacas magras”. Logo, ao manter uma poupança para esses períodos, o profissional se priva de ter que recorrer a empréstimos ou ficar devendo nas contas do mês.

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Muita gente acha que passar no crédito vale a pena já que o mês que vem vai ser melhor nas vendas. No entanto, esse é um tipo de certeza que nunca devemos considerar – e a pandemia e outras crises estão aí para provar isso. Portanto, criar o fundo de reservas vale a pena. 

7 – Anotação da Planilha de Gastos

Essa não teria como ficar de fora das primeiras dicas dessa lista para quem quer aprender a controlar as finanças. Se você é autônomo já deve ter percebido também que todo e qualquer gasto influência na sua vida profissional, correto? Então, a saída é sim a planilha.

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Só que a ideia não apenas ter a planilha e não usar, hein. Ao contrário, ao anotar todos os gastos lá vai ficar mais fácil de você visualizar como estão as contas, como vão ficar as contas, o que tem que ser pago, o que pode ser investido, o que precisa ser retirado e muito mais. 

Isso é vital na vida de um autônomo porque, como já mencionamos acima, existem os meses bons e também os meses que serão ruins para o lucro da empresa. Logo, a planilha de gastos, ainda mais quando já tiver sendo feita após 1 ano, vai servir como base de estudo.

6 – Capital de Giro

O assunto sobre o capital de giro é um tanto quanto polêmico e explicamos isso. Considere que você vai precisar, sim, de algum valor para investir no começo. Por exemplo, se você vai ter uma reunião com o cliente, se vai até a empresa dele, se vai apresentar um portfólio.

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Tudo isso indica que você precisará de um aportezinho. Agora, qual é o valor disso pode mudar muito. O fato é que mesmo que você esteja há bastante tempo desempregado, lembre-se de ter uma pequena reserva para pode iniciar a sua empresa e o seu trabalho. 

Claro que nem sempre isso é possível e poucas vezes o empréstimo vale a pena. Porém, se você vê que tem boas notícias de conseguir aquele contrato, que vai gerar resultados no futuro, talvez possa ser ideia. Mas, jamais faça isso sem estudar as possibilidades e juros.

5 – Reinvestimento na Empresa

Também temos aqui um dos erros mais comuns que os autônomos cometem, que é o de achar que a empresa não precisa receber investimentos porque ele é a própria empresa. Mas, isso é um baita de um erro que só notamos quando a “água bate na bunda”. 

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Afinal, independente do que você faz, com certeza, você usa algum equipamento para isso. Pode ser o seu computador, o seu celular, o seu calçado, a sua bicicleta, o seu tempo. Independentemente do que for, saiba que chegará uma hora em que será preciso reinvestir.

Ou seja, você pode ter que comprar um sapato novo para trabalhar ou consertar a bicicleta para fazer entregas ou ainda ter que tirar um tempo de férias para relaxar e descansar a mente. Independente da sua necessidade, você precisará desse reinvestimento. 

4 – Aplicações para o Longo Prazo 

Se por um lado você deverá reinvestir na empresa, o que falar então da sua aposentadoria? Afinal, o autônomo é um trabalhador humano e não uma máquina. O que quer dizer que ele não vai poder e nem deveria trabalhar até morrer, certo?

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Assim sendo, uma ideia inteligente é sempre pensar em um plano previdenciário ou de aposentadoria. E isso inclui desde a escolha do formato da empresa, que vamos citar abaixo, até mesmo um planejamento financeiro para tirar essas férias eternas no futuro.

A ideia é simples: pense em guardar um pouco por mês, pouco mesmo, como R$ 100 ou até mesmo. Assim, considerado um longo tempo de trabalho, de décadas, você terá acumulado um bom patrimônio para se aposentar e viver em paz. Isso se investir o dinheiro, claro. 

3 – Formato da Empresa Atual

Já chegando ao final, ou pelo menos, na metade do texto, leve em conta que não é porque você é uma empresa pessoal, de autônomo, que você não deve ter um formato de empresa. Ou seja, hoje em dia não é mais preciso ficar na informalidade, está bem?

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Para quem está começando, independente se vende algo ou presta serviço, saiba que o MEI (Microempreendedor Individual) é uma alternativa. Isso porque ele tem um custo inicial baixo, a partir de R$ 50 por mês, e que dá vários benefícios ao trabalhador.

Além da formalização, ele também passa a poder emitir notas. E não é só isso: também passa a ter o direito a aposentadoria da previdência social, além de auxílio-doença e auxílio-maternidade. Ou seja, dá para estar regularizado. E tem outras alternativas também. 

2 – Valor do Serviço ou do Trabalho

Outra dica que faz todo sentido tem a ver com o seu preço. É claro que há uma série de variáveis que a não podemos esquecer. Por exemplo, se você está no começo da vida profissional, se o mercado está ruim, se estamos em crise financeira. 

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Tudo isso pode fazer com que você tenha que baixar o seu preço. No entanto, é muito importante que se tenha uma ideia do que seria justo cobrar a partir do seu lucro. Porque independente do que você faz, você tem que ter algum lucro para aquele trabalho.

E fazer essas contas nem sempre é simples. Muita gente vai atrás apenas do concorrente e copia o valor, o que é errado porque ele pode estar em uma fase diferente da vida profissional. Claro que a comparação é legal, mas jamais deixe de lado os seus dados e os seus números. 

1 – Tipo de Cobrança pelo Trabalho

Você pode ser um autônomo que vende um produto ou que faz a revenda. Assim como pode ser alguém que preste serviço para uma empresa ou para outra pessoa. Na verdade, isso não importa. O que importa é que você tem que saber qual é o melhor jeito de cobrar. 

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Atualmente, para quem trabalha por períodos maiores, como de um ano ou um semestre, a ideia de cobrança recorrente é uma boa alternativa. Isso vale para quem vende modelos de assinaturas, por exemplo. E isso pode automatizar as cobranças de forma diária.

Já para quem atua prestando serviços que são menos corriqueiros ou para empresas diferentes, talvez a cobrança por boletos, que podem ser impressos dos bancos digitais, também costuma funcionar. Mas, hoje em dia dá até para receber PIX como você sabe.

Vale a pena contratar um contador?

Essa pergunta é um tanto quanto pessoal para cada autônomo. Afinal, vai depender da sua realidade atual e do seu conhecimento com os números. Em alguns casos, pode ser vantajoso sim. Já em outros, nem tanto assim. 

O ideal é que você considere que será preciso tomar essa série de cuidados para que a sua empresa não entre em falência, não quebre ou não exige demais de você. Afinal, tem muita gente trabalhando demais por ser autônomo e esquecendo da saúde. A partir disso, pergunte-se, o contador vale a pena para você?