3 erros que investidores ricos e de sucesso evitam e pobres não

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Começar a investir é sempre um passo importante para a vida financeira e que muitos inciantes têm dificuldade e geralmente uma porção de dúvidas. Um grande divisor que acaba separando investidores experientes de outros é o conhecimento de determinados fatores.

Investidores ricos possuem um determinado comportamento no mercado financeiro e dificilmente costumam errar nesse ambiente. Toda estrutura e suporte de especialistas ajuda, mas existem outros fatores que mesmo quem não é rico pode e deve seguir.

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Seis dicas sobre investimento devem estar sempre na cabeça de quem se interessa e quer ter sucesso nas bolsas de valores e também em ações do mercado, afinal, nada se inicia do nada e estudar sobre o assunto é preciso.

Como Começar a Investir em 5 Simples Passos
Fonte: (Reprodução/Internet)

Confira as três dicas essenciais para não errar na hora de investir.

Preço da ação e investimentos complexos

Para quem entra na bolsa de valores, um dos principais problemas é o que pode ser considerado uma supervalorização entre dois fatores. A diferença entre o preço de uma ação hoje com o preço que ela a dias atrás. Neste ponto, pode-se dizer que não importa para quem que investir a longo prazo se a ação está poucos porcento mais cara que no dia anterior.

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Outro ponto muito importante que é considerado por investidores ricos e não deve ser deixado de lado é que é preciso evitar a complexidade, tanto na bolsa quanto em renda fixa. Quando imaginamos grande e investidores ricos, logo pensamos na carteira mais complexa de todas.

Porém, essa ideia pode muitas vezes não passar de um senso comum, afinal o investimento de um rico não é necessariamente complexo, pelo contrário, ele investe com simplicidade em poucos ativos. Mas muitos investidores fazendo exatamente o contrário tentando deixar a carteira dele complexa.

Investir em ações “da moda” ou não

Boa parte dos investidores cometem um erro comum e muito óbivo, que é optar por investir sempre nas ações “da moda”. Essas ações podem ser consideradas como aplicações de empresas que já são muito conhecidas por serem grandes ou muito faladas no mercado. Contudo, existem dois problemas em optar por esse tipo de investimento.

O primeiro é que investir nesse tipo de ação, raras vezes é uma boa escolha pois  a popularidade de um investimento não deve ser entendida como uma boa rentabilidade daquele negócio. Muitas vezes esse tipo de ação por ser muito popular, tem grandes chances de estar acima do preço justo.

As ações populares na maioria, são de empresas já consolidadas no mercado. Isso se torna o segundo problema porque dessa forma é difícil escalar com o tempo escalar ganhos. Por isso, quem é considerado um grande investidor, dá atenção ao segmento de Small Caps da Bolsa, que são empresas e ações “menores”, por exemplo.

Conferir indicadores econômicos não atualizados

Para você entender melhor, vamos para um exemplo simples: o PIB. Ele é um grande indicador econômico, mas se basear nele não é muito eficiente, porque os dados chegam até nós com atraso. Outro exemplo disso é a taxa de desemprego.

O IBGE é quem quantifica esse dado de um semestre por exemplo. Ao obter o resultado, ele divulga as informações de um período que já passou e provavelmente mudou para pior ou para melhor. Por isso, tomar indicadores para definir se investe ou não pode não ser eficiente. Nesse caso, se aplica o viés da confirmação quando se confere informações e dados sobre determinada bolsa ou indicador, como o Ibovespa, com expressivo lucro em determinada empresa.

Como exemplo, o lucro pode ter sido apontado como tendo chegado a Vale. Então, é comum que se leia notícias apenas que confirme aquela informação ignorando uma possível opinião contrária, que mostre que na verdade pode não ter sido isso. Grandes investidores procuram se contrariar para não errar.

Dica bônus: não diversificar de qualquer jeito

Investidores entender que precisam diversificar, certo? Contudo, muita gente acaba fazendo isso de forma errada pulverizando seu capital por investir em muitas aplicações, ou não considerando correlações entre os investimentos.

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