Aprenda a pagar as contas em dia com o Pagamento Recorrente

Talvez você nem tenha ouvido falar sobre os pagamentos recorrentes ainda. Porém saiba que, no Brasil, conforme a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), eles já movimentam, ao menos, R$ 1 bilhão anualmente. É incrível, não?

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Mas, então, o que seria esse pagamento? Existe um jeito muito fácil de entender. Sabe os serviços de streaming, como Netflix, Spotify e assinaturas de livros? Então, eles funcionam através de pagamentos recorrentes. Mas eles valem para outros meios também, entenda!

Saiba como usar o pagamento recorrente
Foto: (reprodução/internet)
  • O que são os pagamentos recorrentes
  • Por que usar o pagamento recorrente
  • Para quem o pagamento recorrente funciona
  • Os melhores exemplos de pagamentos recorrentes
  • Os meios de pagamentos recorrentes
  • Como criar o pagamento recorrente
  • O gerenciamento integrado dos pagamentos
  • Os reajustes dos planos contratados

O que são os pagamentos recorrentes

Na teoria, a gente tem o pagamento recorrente como uma cobrança automatizada e periódica. Simples assim. Quando a gente citou os serviços de streaming acima, você deve ter se ligado nisso, não é mesmo? O mesmo vale para aquele pagamento da academia, que é anual, sabe?

Saiba como usar o pagamento recorrente
Foto: (reprodução/internet)

Logo, o consumidor é cobrado com uma determinada frequência. E o meio de pagamento mais usado para isso é o cartão de crédito. No entanto, determinadas plataformas digitais também permitem o pagamento recorrente de outra forma, como com débito, boleto. 

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Sendo assim, pense em uma espécie de plano que seja bimestral, semestral ou anual. A ideia é que esse pacote permita um preço mensal (unitário) mais barato, o que é bom para o cliente e para a empresa. Os clubes de assinatura também funcionam assim. 

Por que usar o pagamento recorrente

Se você é um empresário, gestor ou dono de algum negócio deve querer saber dos motivos para receber esse tipo de pagamento, certo? Uma das vantagens tem a ver com a automatização das cobranças. Se o consumidor é cobrado de forma automática, isso é bom.

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É bom porque ajuda o setor financeiro a se organizar e reduz a inadimplência. Além disso, acaba sendo uma forma simples de reter clientes. Oras, se ele já pagou pelo plano, ele vai se manter fiel, pelo menos, até o fim desse contrato. E tem ainda a questão do faturamento.

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Com o pagamento recorrente, a empresa aumenta o faturamento porque reduz a inadimplência e tem uma previsão mais precisa do orçamento futuro. Só que para tudo isso funcionar é preciso oferecer benefícios para os clientes, como pacotes mais econômicos. 

É seguro?

Aqui, a gente criou um mini tópico para falar sobre a segurança desse tipo de pagamento. Saiba que, com base na proteção de dados, esse método é seguro porque não exige que a empresa tenha que criar cadastros longos. 

Saiba como usar o pagamento recorrente
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A partir da iniciativa do cliente, seja com cartão ou débito, por exemplo, a empresa já fica sabendo sobre os dados bancários, nome, CPF e etc, o que é imprescindível para criar um cadastro breve e ter informações importantes sem que ele seja exposto. 

Para quem o pagamento recorrente funciona

Do lado empresarial, você pode estar se perguntando, nesse exato momento, se o pagamento recorrente é uma boa ideia para você, certo? Saiba que pode ser que sim ou que não. Isso precisa ser estudado e avaliado individualmente e vai depender do seu tipo de negócio.

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No geral, não que seja regra, a cobrança recorrente vai depender do tempo de serviço. Então, vale para profissionais liberais, escritórios de contabilidade, editoras de livros, empresas de telecomunicações, etc. Atualmente, personal trainers têm apostado muito nisso. 

Lembrando que o mais legal de tudo é que dá para criar um sistema de pagamento recorrente pela internet, em algumas plataformas, sem que tenha que ter uma maquininha de cartão de crédito, por exemplo. Isso torna a prática ainda mais viável. 

Os melhores exemplos de pagamentos recorrentes

A gente resolveu trazer aqui alguns ótimos exemplos, que deram muito certo, sobre os pagamentos recorrentes no mundo todo. Seria o maior erro do mundo começar sem falar da Netflix, certo? É a maior empresa de cobrança recorrente do mundo. 

Saiba como usar o pagamento recorrente
Foto: (reprodução/internet)

Inclusive, ela aceita esse pagamento para todos os planos, dos mais altos para os mais baixos. E junto com ela vem o Spotiy, o Deezer, o Disney Plus, o Amazon Prime e todos os serviços de assinatura de comunicações, de filmes, de vídeos, áudios, ok?

Depois, a gente ainda tem a venda de cursos online, que também entrou nessa onda. Atualmente, dá para fazer assinatura mensal de cursos que duram meses ou anos. A mesma ideia vale para a Catho, que é uma página de vagas de emprego, que adotou o sistema. 

Os meios de pagamentos recorrentes

A gente vai usar esse tópico para falar um pouco mais dos meios de pagamentos recorrentes. Como já anunciamos acima, o mais comum é que se use o cartão de crédito porque dá para parcelar. No entanto, tem a desvantagem do custo da taxa. 

Saiba como usar o pagamento recorrente
Foto: (reprodução/internet)

Sendo assim, ainda nos restam, ao menos, mais 2 possibilidades, que passam pelo boleto bancário e pelo débito automático. Aliás, muito mais do que o cartão, o débito costuma ser o queridinho das empresas. Vamos explicar os motivos e as características, leia. 

O cartão de crédito

No caso do cartão de crédito, a boa notícia é que se tem a garantia do pagamento pelo serviço prestado. Assim, a empresa do cartão é que faz a cobrança periódica na fatura do cliente. Isso evita atrasos ou a suspensão do serviço – já que estará pago. 

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Foto: (reprodução/internet)

Além da comodidade e segurança, o que acaba sendo bom para o empresário. Do lado ruim, como também comentamos, saiba que há taxas de cobranças, que podem variar de operadora para operadora. Para quem paga, tem o crédito rotativo também, em caso de atrasos. 

O débito automático

A próxima opção é o débito automático. Essa é uma espécie de autorização que o cliente dá ao banco para debitar um valor diretamente da conta dele. E é feita uma transferência para outra conta em um dia estipulado. Na prática, o que temos é uma transferência programada. 

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Como o cartão de crédito, isso assegura o pagamento do cliente. Sendo que mesmo que ele não tenha dinheiro na conta, o banco poderá liberar através de um empréstimo, chamado de cheque especial. Para o cliente, isso é ruim porque tem taxas. Para a empresa, não muda. 

O boleto bancário

E ainda podemos falar do boleto bancário, que é a última forma de fazer pagamentos recorrentes que existe hoje em dia. Aqui, há alguns problemas como o fato de que a pessoa pode desistir do serviço e deixar de pagar. Nesse caso, seria preciso protestar o pagamento.

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A vantagem é que acaba sendo uma opção para quem não usa o cartão de crédito. Só que além disso, ainda tem a desvantagem de demorar alguns dias para ser creditado. Por isso, apesar de possível, esse é o meio menos usado para pagamentos recorrentes na atualidade. 

Como criar o pagamento recorrente

Agora, se você se interessou pelo assunto, considere que cada plataforma digital vai permitir a criação de um jeito diferente desse tipo de pagamento. No caso da loja física, isso é mais fácil, só que funciona apenas através do cartão de crédito. Então, basta oferecer o pacote. 

Saiba como usar o pagamento recorrente
Foto: (reprodução/internet)

Por exemplo, a academia pode custar R$ 200 mensais. Mas, no plano anual, dá para parcelar em 12 vezes de R$ 180, o que ajudaria o cliente a economizar R$ 240. E para a empresa, isso é bom porque garante o pagamento por aquele período mais longo. Entendido?

Mas, considerando isso, se você tem uma plataforma digital, saiba que vai ter que ler as regras dela. No caso do Pagseguro, por exemplo, basta ir em “venda online”, “pagamento recorrente”, “planos”, “valor da parcela”, “frequência”, “período”. E pronto. 

O gerenciamento integrado dos pagamentos

Como falamos de um exemplo real acima, de como você pode criar de forma fácil esse tipo de pagamento, saiba que a ideia de ter um gerenciamento integrado dos vários meios de pagamento também faz sentido. Isso ajuda na hora de organizar as finanças da empresa.

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Foto: (reprodução/internet)

Ainda mais quando a gente considera um empreendedor que ainda não tem uma grande equipe e não conta com a parte da contabilidade. É comum que ele seja o “faz tudo” do próprio negócio. Então, ter esse sistema financeiro integrado faz muito sentido. 

A ideia é que você tenha um lugar onde possa saber o quanto terá de receitas no próximo mês, ainda mais considerando a alternativa de pagamento recorrente ou de boletos. Isso pode dar uma ideia geral e uma noção básica se haverá déficit financeiro ou não, por exemplo. 

Os reajustes dos planos contratados

Uma última dica legal que pode fazer todo sentido para você é sobre a questão de fazer reajustes nas cobranças recorrentes. Saiba que é comum que esses contratos sejam anuais, correto? Portanto, não é viável fazer reajustes ou dar descontos após esse primeiro acordo.

Até mesmo porque se você der um desconto muito alto, o seu cliente vai reclamar do aumento de preço no ano seguinte. Então, a ideia é que você pense em ajustes que sejam necessários, mas sem mudar muito o preço. Trabalhe com índices, como da inflação, por exemplo.