Cientistas agora podem editar o cérebro usando nova injeção de hackeamento de genes

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Foi desenvolvida a primeira ferramenta de hackeamento de genes, que pode ter como alvo órgãos ou células específicos que os especialistas médicos desejam editar, incluindo áreas específicas do cérebro humano.

Os engenheiros biomédicos da Universidade Tufts projetaram a nova injeção para alterar células do sistema imunológico, órgãos-alvo, como o fígado, e cruzar o sangue-cérebro que protege o cérebro.

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Foto: (Sean Gallup/Getty Images)

A ferramenta também permite que os cientistas editem células cerebrais específicas.

Os resultados do estudo foram publicados na revista Angewandte Chemie International Edition.

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Como funciona a ferramenta de edição de genes

De acordo com a pesquisa, a nova injeção pode levar a uma maneira simples de realizar tratamentos genéticos, uma vez que é injetada diretamente na corrente sanguínea.

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A nova tecnologia foi testada pela primeira vez em ratos de laboratório, mas foi sugerido que a ferramenta também funcionasse em pessoas.

Foto: (Matt Cardy/Getty Images)

“Nós criamos um método para adaptar o pacote de entrega para uma ampla gama de terapêuticas potenciais, incluindo edição de genes”, disse Qiaobing Xu, principal autor do estudo.

Xu e sua equipe modificaram o pacote de entrega, dependendo do tipo de célula que desejam editar, se é melhor para equipar uma célula do cérebro, para tratar uma condição neurológica, ou uma célula do sistema imunológico, para combater um câncer específico.

A injeção de hackeamento de genes é diferente de qualquer outra

A nova injeção permite que as enzimas de edição de genes se prendam a tipos específicos de células, anexando proteínas diferentes à superfície, o que não pôde ser feito pelas tecnologias anteriores de hackeamento de genes.

“Os métodos se baseiam na química combinatória usada pela indústria farmacêutica para projetar os próprios medicamentos, mas em vez disso estamos aplicando a abordagem para projetar os componentes do veículo de entrega”, acrescentou o autor principal.

Traduzido e adaptado por equipe O Mapa da Mina.

Fonte: Tech Times

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